O processo de integração da equipa como M1 (Construtor 1) foi delicado pelo facto do construtor anglo-germânico e da Prodrive terem avisado a FIA que não tinham condições para cumprir os critérios necessários para integrar o campeonato nas condições de construtor, o que obrigou a FIA a fazer algumas cedências.
Como toda a complexa situação teve como base as dificuldades económicas da equipa, Richards também já fez saber que o segundo MINI oficial vai mudar de mãos ao longo da época, e depois da presença de Pierre Campana em Monte Carlo, Patrick Sandell será piloto oficial na Suécia e muito provavelmente Armindo Araújo em Portugal.
Neste momento, o futuro da MINI é ainda incerto, e só depois duma reunião que vai haver na administração da BMW se saberá ao certo o futuro da equipa. Martin Holmes vê o caso muito complicado: “Mesmo desesperado! Supeita-se que a BMW pretende cortar todas as ligações à Prodrive e prosseguir o projeto Mini JCW com uma empresa alemã. Logicamente isso não poderá acontecer de imediato, e o próximo ponto de fricção deverá ser a nova homologação do MINI WRC, prevista para o Rali de Portugal, que só pode ser feita pela BMW. A reunião da BMW em Munique será decisiva pois ficará a saber-se se vão permitir à Prodrive mais mudanças no carro pois a FIA não o permitirá sem que a BMW diga sim. Relativamente a Kris Meeke, estou muito preocupado com o seu futuro…”










