Graças a um desempenho sensacional de Thierry Neuville e Mads Ostberg no Rali da Finlândia, a M-Sport garantiu seu primeiro duplo pódio da temporada. Depois de ter liderado o rali, Neuville terminou em segundo, com Ostberg a garantir o terceiro lugar da classificação geral.
Incorporando novos troços finlandeses clássicos, o último foi o dia mais difícil de todos, com especiais incrivelmente rápidas, uma delas a mítica Ouninpohja, com média de 130 Km/h. Considerando-se a sua falta de experiência na terra dos mil lagos, Neuville foi sem dúvida o homem do rali. Apesar ter perdido o segundo lugar por ter falhado um cruzamento na PE16, o seu ‘momento’ excecional em Ouninpohja (SS18) confirmou o belga como segundo classificado: “Eu adoro este carro! O Ford Fiesta RS WRC esteve impecável todo fim de semana e tivemos a confiança necessária para andar depressa, sem correr quaisquer riscos. Tivemos um pequeno azar no cruzamento, mas acho que globalmente fizemos um trabalho muito bom. Estou particularmente feliz com o meu desempenho em Ouninpohja. Teria sido bom vencer, mas o segundo lugar era o mais importante. A M-Sport fez um trabalho fantástico pois bater os finlandeses aqui não é fácil, e ter dois carros no pódio é uma real conquista”, referiu Neuville.
Já Mads Ostberg, viu o seu resultado condicionado pelo furo no segundo dia: “Este resultado significa muito para mim. Foi um rali longo e difícil, mas não tivemos problemas e sinto que tenho a minha confiança de volta. É uma sensação muito boa estar competitivo novamente. Tive um início de temporada difícil, por isso estou contente por estar de volta no ‘jogo’. É realmente fantástico.”, concluiu.
Já Evgeny Novikov, o seu acidente onde danificou muito o Fiesta condicionou toda a prova: “Infelizmente, não foi o nosso melhor rali, mas ainda há alguns pontos positivos para extrair. Mostramos um bom ritmo no início, e depois da saída de estrada no dia 2 fomos capazes de verificar as nossas notas para garantir que elas eram perfeitas para o próximo ano. No ano passado, o Denis Giraudet lesionou-se nas costas e eu não pude andar depressa. Isso significava que, em troços como Ouninpohja, foi a primeira vez que andei ali a toda velocidade, para que pudéssemos realmente trabalhar para ter as notas certas no próximo ano. Foi bom terminar o rali e o sexto lugar final não é um resultado assim tão mau”, disse.









