A Toro Rosso vai regressar à colaboração com a Ferrari já no próximo ano, depois de dois anos de trabalho com a Renault e em Faenza acredita-se que o facto de passarem a ter um motor melhor vai permitir à equipa ainda melhores resultados que em 2015. Nos Construtores, a Toro Rosso foi sétima classificada, muito perto do sexto lugar da Lotus, e no mundial de Pilotos, Max Verstappen assegurou dois quartos lugares, nos Grandes Prémios da Hungria e Estados Unidos.
Há muito tempo que se trabalha 24 horas por dia no projeto do STR11-Ferrari em Faenza, pois com o tempo a escassear para ter o carro pronto para rodar no próximo dia 22 de fevereiro em Barcelona, foi tomada a decisão de contratar mais elementos para os departamentos de projeto e compósitos, existindo uma rotação de três turnos de oito horas cada na fábrica da equipa.
Se o trabalho é muito e Franz Tost já admitiu que, “vamos estar no limite para ter o carro pronto para o primeiro teste”, o otimismo também é bastante elevado em Faenza. Segundo fontes da equipa italiana, na Toro Rosso estimam que entre o Ferrari deste ano – a equipa não vai ter acesso aos V6 italianos de 2016 – e o Renault utilizado até agora existe uma diferença de performance média de sete décimos de segundo por volta. Ou seja, segundo os italianos, caso Verstappen e Sainz tivessem utilizado o motor da Scuderia este ano teriam lutado por pódios em diversas corridas, pelo que as perspetivas são bastante animadoras para 2016, mesmo se é evidente que a concorrência vai dar um passo em frente no próximo ano.
De passagem Tost também confirmou Verstappen e Sainz por mais uma temporada, o que não surpreendeu ninguém depois do excelente trabalho que os dois estreantes efetuaram ao longo da temporada que terminou em Abu Dhabi.










