Vila Real, Esteban Guerrieri: “Gosto da Fórmula E”

Por a 9 Julho 2019 13:26

O líder do campeonato falou ao AutoSport antes das corridas dos fim de semana. Esteban Guerrieri tem motivos para estar feliz com a sua época até agora. Já no ano passado tinha mostrado qualidade e este ano é um dos mais fortes candidatos ao título.

O piloto da Munnich Motorsport sabe que ainda falta muito até ao fim da época mas sentes-se confiante:

“É bom começar a segunda parte da época com uma boa vantagem de pontos, mas é difícil chegarmos ao topo e ainda mais difícil mantermo-nos lá. Sabemos que vai ser uma recta final muito renhida.”

Os Hondas da equipa Munnich tem sido os mais regulares ao longo da época. Guerrieri falou do que mudou de um ano para o outro:

“Mudamos poucas coisas do ano passado. Acredito que a experiência que trazemos de 2018 esteja a fazer a diferença. São pequenas alterações que nos dão mais confiança. Tivemos alguma sorte em algumas situações, fomos quase sempre competitivos e isso ajudou. As alterações no carro não foram muito significativas e não temos tidos azares como tivemos no ano passado”

Guerrieri tem uma relação próxima com Nestor Girolami mas não coloca de parte que possam surgir problemas se as lutas em pista subirem de intensidade:

“Os toques não desejados podem acontecer. Mas tratamos sempre de planificar as corridas e quando largamos juntos como fazer as primeiras curvas para evitar problemas desses. Propomos hipóteses para termos o máximo de possibilidades analisadas. “

Num breve balanço da sua carreira nos turismos, Guerrieri lembrou o momento chave até agora:

“Os últimos três anos têm sido muito bons. Por diversos motivos surgi no WTCC com o Chevrolet e a partir daí aproveitei as oportunidades que foram surgindo. Talvez Ningbo tenha sido o momento mais importante, em que fiz uma boa corrida e a estrutura da Honda me deu os parabéns. Como a lesão do Tiago não lhe permitia regressar abriu-se uma vaga. Aproveitei a oportunidade e tudo correu bem felizmente. “

Quanto ao futuro, o argentino gostava de permanecer mas tem vontade de experimentar outros voos, como a Fórmula E, seguindo as pisadas do compatriota, José Maria Lopez:

“Para o futuro ainda não está nada definido, mas a vontade passa por manter-me na Honda. O meu contrato é anual e por enquanto não está nada definido. Se tudo correr como previsto deverei ficar a não ser que surjam algumas surpresas. Gosto muito da Fórmula E é um campeonato muito competitivo e há muitos pilotos que conheço dos meus tempos dos fórmulas. Seria um campeonato que gostaria de fazer, mas estou muito feliz no WTCR e é o mais competitivo neste momento.”

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