Quem foi a Portimão para ver o WEC, por certo não se terá arrependido. O palco da segunda prova do ano esteve (uma vez mais à altura do desafio).
Foi um belo fim de semana de corridas no Autódromo Internacional do Algarve, com uma meteorologia que convidava a sair e a ver as melhores máquinas de endurance do mundo. As bancadas não se encheram, muito longe disso, o que foi uma pena, mas dizer que esteve pouca gente é demasiado redutor, pois as bancadas do AIA são grandes. Os pilotos foram brindados com um mar de fãs no pit walk, onde foram distribuídos autógrafos e selfies.
Para os fãs de corridas foi um regalo ver máquinas tão distintas em pista, que vão surgindo a um ritmo frenético, sem haver tempos mortos. Houve alguma animação extra para as famílias, mas talvez tenha faltado mais opção. As corridas devem ser uma festa para todos, mesmo para os que não gostam tanto. Mas no geral, Portimão mostrou que é um palco muito bom para receber corridas de resistência. O balanço é amplamente positivo. Era bom que o WEC se mantivesse por cá.












