A corrida das 8 Horas do Bahrein foi inglória para Filipe Albuquerque, mas apesar disso, o piloto português foi distinguido com o prémio de mais rápido e consistente entre os LMP2 do Campeonato do Mundo de Resistência da FIA (WEC).
Filipe Albuquerque, Phil Hanson e Frederike Lubin terminaram a última corrida do WEC na nona posição entre os LMP2 depois de uma penalização os ter arredado da luta pela vitória. Um resultado inglório já que o piloto português terminou o seu primeiro turno de competição no comando da prova. Apesar do desfecho menos feliz, Filipe Albuquerque teve motivos para festejar, já que foi considerado o piloto mais rápido e consistente do campeonato sendo-lhe atribuída a distinção “Wingfoot Award”, depois de ter chegado à derradeira ronda da competição em igualdade pontual com Robert Kubica neste particular, dedicado exclusivamente aos pilotos da classe LMP2.
No final Filipe lamentava o desfecho da prova, mas mostrava-se feliz com a distinção: “Não era esta a forma que queria terminar o ano desportivo. Mas há coisas que não conseguimos controlar. O incidente e a penalização colocaram-nos no final da tabela classificativa. E era impossível recuperar. Fizemos o que estava ao nosso alcance. Ficámos tristes, mas as corridas são assim”, começou por explicar o piloto de Coimbra. “Apesar de tudo, e depois de não ter disputado duas provas do campeonato, ser distinguido pela minha rapidez e consistência é motivo de orgulho. Não saio feliz com o resultado da prova que em termos de equipa não foi o melhor, mas em termos pessoais acabou por ser gratificante com este prémio”, disse.
Chega assim ao fim a época desportiva de Filipe Albuquerque que agora vai centrar atenções na época de 2024.










