A 52ª edição do Circuito Internacional de Vila Real terá sido uma das mais difíceis de organizar nos últimos anos, depois do Município, Associação Promotora do Circuito Internacional de Vila Real (APCIVR) e Clube Automóvel de Vila Real (CAVR) terem visto os seus planos várias vezes riscados devido a acontecimentos fora da sua esfera de influência. Após o fim do WTCR, o acordo firmado com o DTM antes da insolvência da ITR – que detinha os direitos comerciais da competição alemã de GT3 – e a impossibilidade de encontrar uma data no calendário coincidente com a ADAC – o novo detentor – a Creventic surgiu como opção final, mas os pilotos não aderiram como acreditava o promotor das 24h Series para a prova extracampeonato. A dias de começar mais uma edição do único circuito citadino português e no norte do país, as competições nacionais de velocidade ganharam protagonismo e realizou-se o evento com os campeonatos promovidos pela Race Ready e ANPAC.
José Silva, Presidente da APCIVR, sublinhou ao AutoSport o facto de toda a organização local ter conseguido realizar o CIVR apesar de todos os contratempos com a mesma dedicação que aconteceu em anos anteriores.
Em relação às críticas que surgiram por parte do promotor do Campeonato de Portugal de Velocidade e de algumas das equipas, José Silva quis deixar claro que “em Vila Real recebemos bem toda a gente”, reforçando que os laços que ligam o circuito com as competições nacionais são fortes, mesmo quando planeiam o regresso das competições internacionais, mas avisa que para toda a organização, “em primeiro lugar está e estará Vila Real e o CIVR”.
Pode ouvir a entrevista ao responsável da APCIVR na faixa de áudio.











