Na IndyCar há quem considere que as equipas de F1 deveriam estar interessadas no novo Campeão da disciplina, Josef Newgarden, que aos 26 anos assegurou o título na sua primeira época ao serviço do Team Penske, com quatro vitórias e mais cinco pódios. E um dos que considera que o norte-americano tem lugar na disciplina máxima do automobilismo é o seu compatriota Connor Daly, filho do antigo piloto de F1 Derek Daly. Tal como Neugarden Connor passou algum tempo a competir na Europa, mas como ele regressou aos Estados Unidos para competir na IndyCar.
Tendo conseguido chegar ao topo da disciplina máxima de monolugares norte-americana, Newgarden deveria merecer uma oportunidade na F1, considera Connor Daly, em declarações à RACER: “De momento o andamento de Josef tem sido de uma classe à parte evoluindo progressivamente, por isso deveria ser convidado por equipas de F1. Não sei como não lhe prestam atenção Ganhou o campeonato na sua primeira época com Roger Penske, e talvez venha a receber convites de equipas de F1”.
Daly disputou a GP3 e a GP2 entre 2011 e 2014, mas Newgarden – que se vai manter na Penske em 2018, ao lado de Will Power e Simon Pagenaud – só compareceu para uma época na GP3, classificando-se em 18º, antes de regressando aos Estados Unidos, onde foi Campeão de Indy Lights em 2011, antes de ingressar na IndyCar. Connor diz que é “difícil de aceitar que um talento como Josef, tenha sido expulso do programa Red Bull e por isso não tenha chegado à Fórmula 1”. Daly defende que a evolução e a carreira do novo Campeão da IndyCar deveria ser palmarés suficiente para convencer as equipas que o atual piloto da Penske tem o que é preciso para vingar na disciplina máxima do automobilismo: “A sua progressão tem sido impressionante. E viu-se o que fez quando teve material para vencer. Acho que seria um piloto difícil de bater se uma equipa de Fórmula 1 o contratasse”.








