Quem dá o que tem, a mais não e obrigado. Será este o sentimento de Parente ao relembrar a edição 2020 das 24h de Daytona.
O piloto do Acura NSX #57 deu tudo em pista, mas a sua máquina não tinha argumentos para igualar o andamento dos homens da frente. Apesar de uma qualificação muito boa, na corrida as diferenças foram-se notando ao longo da prova e tornaram-se indisfarçáveis:
“Os nossos oponentes esconderam muito bem o jogo e chegaram à corrida muito competitivos. A Heinricher Racing with Meyer Shank Racing realizou um trabalho excelente, procurando de todas as formas encontrar as soluções para podermos ter um carro ainda mais competitivo, mas foi impossível contrariar os nossos adversários”.
Face à situação, Álvaro Parente, assim como os seus colegas de equipa, não conseguiu ir além do oitavo lugar, o que lhes permitiu, ainda assim, assegurar um lugar dentro dos dez primeiros e marcar alguns pontos para o campeonato. “Chegámos aqui com o intuito de lutar pela vitória, mas ficou claro que os nossos adversários estavam mais fortes e que, só com um golpe estratégico criado por uma situação de bandeirar amarelas, que nunca chegou a acontecer, poderíamos estar na luta pela vitória. O resultado está longe do esperado, mas conseguirmos somar alguns pontos que poderão ser importantes no final da temporada”, frisou o piloto do Porto.












