Um piloto que muda de competição automóvel encontra desafios adicionais, porque tem que se adaptar o mais rapidamente possível ao novo carro, novas pistas e novos adversários. No caso da Fórmula E, como explicou Pascal Wehrlein, o carro tem menos aderência e escorrega mais que um monolugar de Fórmula 1.
No caso de Antonio Giovinazzi, que teve apenas os testes de Valência para se ambientar ao Gen 2 do mundial de monolugares elétricos, também a preparação física foi alterada de forma a enfrentar as necessidades que diferem daquelas que tinha na F1.
“No que diz respeito ao treino, segui um programa semelhante ao passado, mas com algumas inovações direcionadas. Na Fórmula E o pescoço há menos esforço sobre o pescoço, enquanto a direção é muito mais pesada, então fiz treino específico”. explicou o italiano ao Motorsport.com.
O piloto preparou-se para a sua estreia com a ajuda do simulador, visto que o tempo em pista foi pouco.
“O simulador ajudou-me a familiarizar com os procedimentos específicos do carro, porque não tive outra oportunidade de testar em pista a não ser nos testes de Valência, e num dia e meio não se consegue aprender tudo. Não estou à espera de uma estreia fácil, mas mal posso esperar para começar”.











