A Audi iniciou a sua primeira temporada como equipa de fábrica na Fórmula E, ostentando o # 1 graças ao título conquistado por Lucas di Grassi na pretérita temporada, então ao serviço da Schaefler Abt. Isso não significa que chegue à disciplina como a maior favorita. E sabendo disso vai quase abordar a competição de monolugares elétricos como no primeiro dia em que iniciou o seu programa em Le Mans com o LMP1. Além disso há uma filosofia muito própria inerente à Fórmula E, onde a ‘receita’ é ganhar à velocidade mais baixa possível, de modo a não esgotar a energia armazenada nas baterias, que foi explorada muito bem pela formação de Alain Prost e Jean-Paul Driot nas duas temporadas em que Sébastien Buemi se sagrou campeão pela Renault eDams.
O Renault Z.E.15 foi a escolha das equipas para a primeira época de motor, caixa de velocidades e inversor de escolha livre. O evolucionário Z.E. 16 manteve a Renault eDams na frente do pelotão em termos de performance, face a um Lucas di Grassi que beneficiou de uma maior atenção da Audi para garantir o título na temporada de 2016/17. A ‘receita’ encontrada por Prost e Driot pode já não funcionar, e é nisso que agora a Audi se tem de focar.









