O novo formato dos fins de semana da Fórmula 2 criou sentimentos mistos entre os pilotos da competição, mas a balança inclina-se mais para o lado positivo do que o contrário.
Este ano há três corridas (duas corridas sprint no sábado e a corrida principal no domingo), para compensar a redução nas datas agendadas no calendário desta época, devido à pandemia. O fim de semana começa com uma sessão de treinos (45 minutos) e uma sessão de Qualificação (30 minutos) que decide a grelha para a corrida principal (170 Km ou 60 minutos, com uma paragem obrigatória nas boxes) e para a primeira corrida sprint (120 Km ou 45 minutos) do fim de semana. A grelha da primeira corrida sprint é definida invertendo as dez primeiras posições da Qualificação. A grelha da segunda corrida sprint (120 Km ou 45 minutos) é formada pelos resultados da primeira corrida, com os dez primeiros classificados invertidos.
O formato não é o mais fácil de entender pelos adeptos, particularmente porque as penalizações e apelos após a sessão de qualificação de sexta-feira significaram que não era claro quem estaria na pole para a primeira corrida da época, até sábado de manhã.
O formato redundou numa primeira corrida algo amorfa, pois teriam outra horas depois e qualquer problema poderia afetar as duas corridas. A segunda corrida de sprint de sábado à tarde foi mais animada, pois o resultado não teria impacto no seu lugar de partida para domingo.
Isso fez com que a ação fosse bem diferente. Curiosamente, a luta pela vitória foi decidida a três até à última curva. Foi uma excelente corrida, teve emoção, cambalhotas na classificação, mas no final o homem da pole venceu. Até se pode pensar que a corrida foi fácil para Guanyu Zhou, mas bem antes pelo contrário. Em termos gerais há mais opiniões positivas do que negativas.
O ano de Fórmula 2, tal como o de F1, começou bem…










