Paul Di Resta conquistou a sua primeira vitória desde que regressou ao DTM em 2014, dominando a corrida principal em Hockenheim. O piloto da Mercedes começou logo a ganhar vantagem desde o arranque e nunca teve adversários. António Félix da Costa não chegou ao fim, com um pneu furado à 11ª volta, mas danos do carro viram-no perder tempo rapidamente quando tentava lutar pela oitava posição.
Depois das trocas de pneus e da penalização de Gary Paffett, Augusto Farfus herdou o segundo lugar, que parecia estar controlado, mas perdeu tempo no final e foi ultrapassado por Timo Glock, ao mesmo tempo passando os minutos restantes a defender o lugar mais baixo do pódio de Maxime Martin.
Paffett, que tinha sido penalizado com um drive through por ter saído das boxes sem segurança (quase colidindo com Robert Wickens), conseguiu recuperar até à quinta posição final, mantendo uma batalha animada com Wickens e com Tom Blomqvist. Com alguns carros a ficar pelo caminho com um incidente no início, a Audi conseguiram chegar aos lugares pontuáveis, com Nico Müller a terminar em oitavo.
Classificação:
1º Paul Di Resta (Mercedes) 37 voltas
2º Timo Glock (BMW) a 13.024
3º Augusto Farfus (BMW) a 13.905
4º Maxime Martin (BMW) a 14.493
5º Gary Paffett (Mercedes) a 15.055
6º Robert Wickens (Mercedes) a 19.377
7º Tom Blomqvist (BMW) a 21.690
8º Nico Müller (Audi) a 22.220
9º Marco Wittmann (BMW) a 23.790
10º Martin Tomczyk (BMW) a 24.454













Podemos alimentar a esperança de ler notícias imparciais sobre o DAC? Não vi a prova, mas pelo que li noutros sites e acabei de ver no You Tube, o nosso rapaz empurrou o Esteban Ocon contra o Bruno Spengler, provocando a desistência destes dois e do Jamie Green. Penso que este seria um facto merecedor de referência.
Imparcialidade é coisa que não existe por aqui
Vi na repetição, e que deu um toque valente num deles deu. Não se pode jurar de pés juntos uma coisa que não se viu.
A primeira notícia que li (no motorsport.com) referia que o DAC empurrou o Ocon contra o Spengler. Quando li esta mesma notícia do AS, não havia qualquer referência ao incidente. Como não quis incorrer numa eventual injustiça na apreciação que fizesse, fui ao You Tube e encontrei um vídeo com o toque. Foi de facto um toque no Ocon que empurrou este contra o Spengler. Foi péssimo, porque o Esteban Ocon, piloto que sigo desde 2014 e em quem deposito muitas esperanças, fartou-se de ser insultado pelo Bruno Spengler sem ter culpa nenhuma. Depois li o outro artigo aqui no… Ler mais »
Ontem, uma recuperação fantástica, hoje o desastre…
AFC o Kvyat Português hahahaha!
Qual! É muito melhor: o Kvyat precisou de dois toques para pôr um piloto fora de prova; este, só com um toque, aviou três.
Já não faz muito sentido chamar-lhe ‘Formiga’. É mais o ‘Térmita’.