Catherine Houlès e Sandrine Ridet são a única equipa 100 por cento feminina no Dakar. Aos comandos de uma Isuzu com o Nº 422, a dupla francesa ‘evoluiu’ da sua participação conjunta no Rallye Aicha des Gazelles, para o Dakar. Depois das pistas do Atlas e do deserto do Sahara, agora é a vez dos traçados da América do Sul. Depois de cinco pódios e um triunfo (2008) na prova francesa em que também participa habitualmente Elisabete Jacinto, agora é tempo de usar o que aprenderam no Dakar: “Comecei a pensar realmente sobre o Dakar em 2013, porque me senti mais confortável com a minha condução. Quero provar que uma ‘Gazelle’ também pode fazer o Dakar. Para nós, é muito natural uma equipa feminina, pois costumamos trabalhar assim. Podemos ter menos força, mas isso obriga-nos a utilizar o sistema D, de descomplicado. A vantagem é que não rodamos com a testosterona no máximo e o nosso desafio será chegar ao fim, e não importa se for em último. Sabemos que não vai ser tudo cor de rosa todos os dias, mas nós vamos ‘arrasar’”, disse Catherine Houlès, que tem lá em casa uma claque de… seis filhos.









