Depois de ter sido o mais rápido no Prólogo e quando vinha a ganhar 53s a Miguel Barbosa, perto do final do primeiro Setor Seletivo, João Ramos viu um furo comprometer-lhe as aspirações a um bom resultado.
Partindo atrás de Miguel Barbosa na parte da tarde, João Ramos sabia que precisava de ultrapassar o piloto em pista para poder vencer a corrida, algo que era arriscado, dado hoje em dia as provas não terem o ‘sentinel’ que outrora fora usado (ndr. que permitia avisar os pilotos de que iam ser ultrapassados), e também ao pó que marcou o evento. No final, o piloto da Toyota Hilux terminou o Rali TT Vinhos Carmim no segundo posto.
“Fiz todo o Setor Seletivo não arriscando em demasia tentando perceber o andamento do Hélder Oliveira. Vi que ele estava a andar ao ataque e decidi atacar também”, explicando que depois do furo, “não havia necessidade de arriscar, e pensei nos pontos para o campeonato em vez de correr riscos desnecessários, sabendo que até tinha um carro para alcançar o Miguel Barbosa”, finalizou João Ramos.








