No final dos primeiros 200 quilómetros da Baja de Portalegre, o polaco Krzysztof Holowczyc, em Mini All4 Racing lidera a prova com uma vantagem de 2m01s para o seu compatriota, o jovem Martin Kaczmarski, que compete com um carro igual. Em terceiro surge Boris Gadasin, em G-Force Proto, a 2m26s do primeiro classificado. O primeiro sector selectivo do dia ficou marcado pelos problemas que inúmeros pilotos tiveram e que ditaram atrasos ou mesmo abandonos. Foram os casos do campeão nacional e primeiro líder da prova, Miguel Barbosa, de Nuno Matos, ou do brasileiro Reinaldo Varela.
O candidato à vitória na Taça do Mundo não passou o sector selectivo isento de problemas, mas estes não foram suficientes para o travar. “Andámos sem riscos. Quando vimos o Barbosa parado, abrandámos. Depois retomámos o andamento mas o troço era duro, particularmente exigente para os travões. Houve muitas desistências e nós também tivemos problemas com o diferencial central do carro. Felizmente não era nada importante”, explicou Holowczyc.
Miguel Barbosa abandonou ao quilómetro 27 depois de uma passagem numa ribeira em que a água entrou para o motor do Mitsubishi Racing Lancer e provocou o mau funcionamento do mesmo. Nuno Matos também não foi feliz e ficou parado após 125 quilómetros com problemas de transmissão no Opel Mokka Proto. Com isso, Pedro Grancha é, agora, o melhor português com o quarto lugar absoluto. “Ainda há muita prova pela frente. Para já, está tudo a correr bem. Vamos tentar manter este ritmo e evitar as ratoeiras desta prova”, adiantou o campeão nacional de 2005.
No T2, o líder é Américo Santos mas na luta pelo Taça do Mundo, é Marcos Moraes o melhor classificado. Contudo, Alexander Baranenko está numa posição que lhe permite manter o primeiro lugar na competição, enquanto Rómulo Branco teve problemas e está muito atrasado.
O SS3 começa às 12h30. Krzysztof Holowczyc é o primeiro a arrancar para os derradeiros 215 quilómetros de competição.
Luta ao rubro nas motos
Nas motos, a guerra entre o piloto da RR Motos/Suzuki/Crédito Agrícola, Mário Patrão e Yamaha/Pinhelworks/Ray Energy, António Maio comoçou logo no prólogo quando o homem da Suzuki parou o mesmo fazendo de imediato Maio, de forma a controlarem-se um ao outro. Levaram tão longe a situação que partiram para a prova apenas na 96ª e 97ª posição com o líder do campeonato sempre a controlar o seu rival. Perto do final da prova, Maio liderava com 42 segundos de avanço para Patrão.












