Impróprio para cardíacos. Foi assim o final do Rali Dakar Argentina-Chile 2011, no qual Hélder Rodrigues alcançou o terceiro lugar da classificação geral e escreveu assim mais um capítulo da história do desporto português. Depois de ter sido o segundo mais rápido na derradeira especial cronometrada, cedendo a vitória na etapa ao belga Verhoeven (BMW) por escassos cinco segundos, Rodrigues teve que esperar na meta pela chegada de ‘Chaleco’ Lopez, que acabou por perder 1h12m29s.
“Hoje mantive a mesma atitude dos últimos dias e consegui ser muito rápido. Subir para o pódio foi desde a primeira hora o meu grande objetivo e acabo por consegui-lo por mérito próprio, pois o Dakar é um teste a todos os níveis. A minha Yamaha WR 450 portou-se à altura, o Francisco Lopez teve problemas e a mecânica da sua moto não resistiu e assim trocámos de posição. Como tinha afirmado antes, o Dakar só acaba mesmo na última etapa e até lá tudo pode acontecer. Estou naturalmente muito feliz por este resultado e motivado para continuar a representar Portugal ao mais alto nível no palco do Dakar!”, afirmou Hélder Rodrigues no final da tirada.










