Stéphane Peterhansel disputou o seu primeiro Dakar em 1991. Desde aí, seis triunfos em oito anos nas motos, na passagem para as quatro rodas depressa aproveitou qualidades adquiridas nos autos. Sétimo em 1999, segundo em 2000 com a primeira consagração nos carros a surgir em 2004, tornando-se no segundo piloto da história do Dakar, depois de Hubert Auriol a vencer nas motos e nos autos. Muita água correu debaixo das pontes e agora o presente chama-se Peugeot: “A sensação de vencer outra vez o Dakar no ano passado foi absolutamente fantástica: senti uma enorme libertação. Depois da intensa batalha com o Sébastien, ficou mesmo como uma das melhores recordações da minha carreira. O problema é que quanto mais vezes vencemos, mais queremos vencer outra vez! Este ano vai ser ainda mais especial, pois é a 40ª edição da prova e a minha 299ª participação. Se será ou não a minha última participação, ainda está por decidir. Para mim, o Dakar é mesmo uma questão de equilíbrio, como se fosse um ritual que dura o ano inteiro. Recarregamos as baterias, preparamo-nos física e mentalmente. A tensão começa a aumentar por volta de setembro e transforma-se em pura emoção em dezembro, quando a única coisa em que pensamos é arrancar e fazer quilómetros, e quando as coisas começam, a única coisa que nos passa pela cabeça é andar a fundo. Para mim, é algo de realmente único poder conduzir por estas paisagens magníficas, sempre a fundo num carro tão espetacular. O Peugeot 3008DKR Maxi é, pura e simplesmente, o melhor carro que alguma vez conduzi. Tem imensa tecnologia, como as peças em fibra de carbono que compõem a sua estrutura, aliada à fiabilidade, à performance e ao puro prazer de condução. Para nós no Team Peugeot Total, o objetivo é fazer com que a Peugeot vença outra vez e encerrar o nosso programa na forma mais positiva possível.”












