Sebastien Loeb tem este ano um Dakar diferente. Após a saída da Peugeot, a PH Sport, estrutura que o suporta tem meios bem diferentes e embora isso não signifique que está derrotado à partida, num evento como o Dakar há um conjunto de nuances que podem fazer a diferença entre ganhar e perder. Por exemplo, o ano passado, entre ele próprio, Després, Peterhansel e Sainz, qualquer um fazia de assistência rápida e cedia pneus, se necessário, como sucedeu o ano passado com Després, por exemplo. Este ano isso será bem mais difícil, enquanto a X-Raid e a Toyota terão os seus homens bem mais por perto: “Será um desafio muito diferente, não pertencer a uma equipa oficial, com todas as limitações e vantagens que isso tem”.
Por isso, o francês, que guia este ano um Peugeot 3008 DKR privado, tem uma abordagem mais cautelosa: “em primeiro lugar as dunas são uma incógnita, penso que devemos encará-las com humildade. Ali pode-se ganhar minutos mas também facilmente perder uma hora, e para isso basta cometer um pequeno erro. Por isso, este ano, prefiro levar o meu tempo. De qualquer forma, com este carro nunca podemos ser demasiado lentos nas dunas, pois não temos quatro rodas a puxar, por isso temos que dar algum balanço e esta decisão nem sempre é fácil”, disse Sebastien Loeb, cujo melhor resultado no Dakar foi o segundo lugar de 2017.











