Ricardo Porém, que nesta prova será navegado pelo argentino Augusto Sanz, não esconde a vontade de lutar por um bom resultado, nesta que é a sua quarta participação do Dakar Rally.
Ricardo Porém fez a sua estreia no Dakar em 2019, num Can-Am Maverick e terminou num bom 13º lugar. No ano seguinte, o duas vezes campeão nacional português e quatro vezes vencedor da Baja Portalegre 500, subiu para a categoria T1, num Borgward oficial, mas desta feita não conseguiu chegar à meta, algo que concretizou no mesmo carro, na edição de 2021, chegando ao 20º lugar. Tendo corrido anteriormente com o X-Raid já em 2014, o piloto português aproveitou esta oportunidade para conduzir o seu novo T3 com motor Yamaha no Dakar 2023.
A conselho de um amigo mútuo, Ricardo Porém junta-se ao argentino Augusto Sanz e embora não tenha ainda corrido juntos, os testes recentemente realizados em Marrocos deixaram ambos otimistas para o próximo mês de janeiro: “É uma oportunidade fantástica de correr neste T3 X-Raid. Estou muito motivado”. Não conheço muito bem o Augusto, só treinámos juntos durante pouco menos de uma semana em Marrocos, mas penso que ele é uma escolha muito boa. O carro teve um excelente desempenho nestes testes, a X-Raid fez um excelente trabalho, como seria de esperar de uma equipa tão experiente, e penso que vamos ser competitivos. A X-Raid fez um trabalho fantástico no desenvolvimento deste Yamaha. Claro que todos os pilotos sonham com vencer e não vou ser exceção à regra, mas terminar no Top-5 seria um excelente resultado e é por esse objetivo que vou lutar.”, disse Porém, relativamente à grande maratona que se avizinha.
Quanto ao arranque na ‘sua’ Leiria: “Em primeiro lugar queria agradecer a presença desta moldura humana incrível. É sempre bom sentir este apoio na nossa cidade de Leiria. Isto é um boost extra de energia para uma prova que esperamos que corra muito bem.












