Pelos vistos, no passado Dakar existiram dois atentados à bomba. O primeiro, já se sabia, atirou com Philipe Boutron, piloto francês da equipa Sodicars, para uma cama de hospital, tendo pouco depois ficado a saber-se que: “Foi uma bomba, não um acidente… pediram-nos que não falássemos”.
Pouco depois, novo incêndio num camião no Dakar, foi agora divulgado, também de origem criminosa. Foi a RMC Sport, citando fontes da investigação, que afirma que o incêndio no camião de Camelia Liparoti “não foi acidental”.
Tudo se passou na noite de 31 de dezembro, apenas alguns dias após a primeira explosão. Não parecia coincidência, mas neste caso havia menos certezas…. que a investigação agora clarificou. Com base em amostras recolhidas no terreno, a explosão foi causada por um “dispositivo explosivo”. Rumores falam em ‘bolinhas’ de chumbo ‘espalhadas’ pela cabine incinerada.
Portanto, o que se tentou esconder na altura, compreensível, pois estava prestes a arrancar o Dakar. Menos sorte teve o Dakar 2008, que apenas com alegadas ameaças, não saiu de Lisboa. Imagine-se se têm rebentado duas bombas em veículos, na altura. Outros tempos…











