Miguel Campos realiza na Baja de Portalegre 500 a sua segunda prova de Todo o Terreno, e o intuito é simples. Tendo em conta que modalidade é também bastante interessante e competitiva em Portugal, pode afigurar-se como uma alternativa válida face aos ralis: “É apenas uma hipótese, mas essa é uma questão que terei de debater com os patrocinadores” começou por dizer Campos, que confessa não ser pelos valores envolvidos que se pode dar a mudança: “Este carro é muito competitivo, mas também é bastante caro”, revelando que os valores entre fazer o CNR ou o CNTT não seria muito: “Penso que iremos apontar maioritariamente para provas mais mediáticas, onde se pode também obter mais retorno”, disse, podendo isto plicar-se a TT ou a ralis. Quanto a Portalegre: “A aprendizagem no todo o terreno tem que ser gradual, continuo (ao fim da manhã do segundo dia de prova) a hesitar por não saber exatamente se o carro passa bem quando apanho mau piso. Mas de ontem para hoje já se notam diferenças substanciais, já tenho mais consciência de que o carro não vai partir, embora haja momentos em que ainda hesite, e ao tirar o pé estou a perder tempo. Estou ainda a estranhar um pouco o pilotar à vista mas já estou muito melhor que ontem, o ritmo foi mais forte hoje” disse Campos, que está convicto de o TT precisa de muita experiência: “Sei que tenho andamento mas a pilotagem no TT é muito diferente dos ralis”, disse Campos que ao fim do SS3, é nono classificado. Começou com um oitavo lugar no prólogo, foi 13º no final da SS2, e nono na SS3, mesma posição que ocupa na geral.










