Para o próximo Dakar, o piloto luso acredita num resultado positivo, pois a sua equipa está a reunir condições para que isso suceda, tendo um total de 35 elementos, três camiões de assistência (1 T4 e 2 T5) e cinco viaturas de apoio: “Mesmo sem ter ainda os avultados meios de uma Volkswagen ou X-Raid, trata-se de uma estrutura bastante profissional e que está empenhada em melhorar os seus resultados a cada ano. Face ao potencial dos novos carros, acredito que poderemos aspirar a uma classificação nos dez primeiros lugares. Porém, é sempre difícil apontar um resultado numa prova tão longa e imprevisível como Dakar”, acrescentou o piloto que terminou 11 das suas 12 participações no Dakar.
“Sem competir desde o passado mês de abril e apenas com três dias de testes realizados em Marrocos, admito que os primeiros dias serão os mais difíceis. Mas daí para a frente, vamos procurar entrar no ritmo dos mais rápidos e lutar pelos melhores lugares da classificação a cada etapa. O objetivo da equipa é melhorar o 19º lugar do Zhou Yong em 2005, mas eu acredito que se a fiabilidade estiver resolvida, vamos rodar dentro do top 10.”, promete ainda Carlos Sousa, que regressa amanhã a Portugal esta quarta-feira e no fim de semana participa em mais uma edição das 24 Horas TT de Fronteira.
Ao Autosport, projetou ainda o que lhe parece ir ser o escalonamento final do evento sul-americano: “Sem os Volkswagen, acredito que o (Stéphane) Peterhansel só precisará de andar a 70 por cento para ganha. Em condições normais, o Holowczyk e o Nani Roma não têm forma de discutir a vitória com o Peterhansel, e a própria fiabilidade dos MINI não é tão forte como era nos Volkswagen. Por isso, podem surgir surpresas nos lugares do pódio, por exemplo, o de Viliers com a Toyota da Overdrive.












