É hoje que se vai saber a viabilidade do Rallye de Monte Carlo se realizar na data prevista. Contudo, a FIA e o ACM têm um plano B, que pode atirar a prova monegasca para dezembro, como evento de encerramento do WRC 2021. O problema é que o Rali de Monte Carlo de 2022 está previsto novamente como prova de arranque do WRC 2022, pelo que resta saber se o ACM tem capacidade para colocar duas provas na estrada com diferença de mês e meio.
O presidente da FIA, Jean Todt, disse há dias “vai haver possivelmente mudanças nos vários calendários, nos próximos dias”.
Depois do cancelamento do Rali da Suécia, a FIA procura substituto para um rali de inverno e por isso fala-se na possibilidade do Rali no Ártico (não o Rali do Ártico que está previsdto para 15 e 16 deste mês). A ideia da FIA é realizar uma prova do WRC no final de fevereiro no mesmo local como substituto do Rali da Suécia. Por fim, fala-se em novo possível adiamento do regresso do Rali Safari. Como substituo, o Rali de Ypres, que esteve para se realizar o ano passado e não foi possível.












Não consigo perceber como o promotor do WRC, a FIA e os organizadores locais não conseguem fazer um calendário tendo em conta as restrições actuais. Há muito que se sabe que esta é a nova normalidade. Não faz sentido marcarem o Monte Carlo para o início do ano quando estamos em pleno auge da pandemia. As provas terão de ser necessáriamente diferentes, tal como foi o Rally de Monza, caso contrário não haverá provas nenhumas.
É muito triste ver o WRC ficar cada vez mais relegado para segundo plano no panorama das competições mundiais.
Não poderia concordar mais. Um promotor completamente incompetente. Não faz jus, (de maneira nenhuma) à importância do wrc, a sua história. Acho que é importante relembrar que nao há muito tempo, havia 2 marcas no wrc, ford e citroen. Para o próximo ano, irão haver mudanças significativas nos carros, se este promotor continuar a tomar as mesmas decisões, poderemos ver esta categoria novamente em risco e em crise.