Kalle Rovanperä e Jonne Halttunen (Toyota GR Yaris Rally1) tiveram o melhor início no Rali do Chile, garantindo a vitória na especial de abertura com uma vantagem de 3.9 segundos sobre Elfyn Evans e Scott Martin (Toyota GR Yaris Rally1).
Nesta fase inicial da prova, o troço apresentou alguma humidade que, longe de prejudicar Evans, até o beneficiou, resultando num bom arranque para a dupla. Para Evans, seria ideal que as condições se mantivessem assim ao longo do fim de semana, como neste primeiro troço, mas já existem indícios de que o cenário pode mudar nos próximos troços.
Ott Tänak e Martin Järveoja (Hyundai i20 N Rally1) terminaram em terceiro lugar, a 4.7 segundos do líder, com o piloto estónio a manifestar queixas sobre a instabilidade do seu carro. Por sua vez, Sami Pajari e Marko Salminen (Toyota GR Yaris Rally1) registaram um bom começo, alcançando o quarto tempo a 5.9 segundos da frente. Pajari admitiu que “não foi a minha melhor condução; de alguma forma, parece sempre super complicado nesta fase. Muita coisa muda, em alguns locais sente-se uma aderência muito boa e depois já não se sente o mesmo.”
Adrien Fourmaux e Alexandre Coria (Hyundai i20 N Rally1) classificaram-se em quinto, a 6.3 segundos, também assinalando a questão da aderência variável nos troços. No entanto, Thierry Neuville e Martijn Wydaeghe (Hyundai i20 N Rally1), bem como Sébastien Ogier e Vincent Landais (Toyota GR Yaris Rally1), tiveram um desempenho mais modesto. O belga da Hyundai perdeu 8.8 segundos, referindo: “Foi desafiador. Tivemos de fazer algumas mudanças no carro durante a noite, por isso estive a descobrir o comportamento do carro na primeira parte do troço. A aderência foi muito inconsistente. Tentei seguir o meu instinto e ritmo.” Por sua vez, Ogier abanava a cabeça no final, cedendo 9.2 segundos devido a uma afinação inicial errada no carro: “Estava realmente desconfortável com o carro neste troço.”
A completar os lugares seguintes, Takamoto Katsuta e Aaron Johnston (Toyota GR Yaris Rally1) classificaram-se em oitavo, a 13.3 segundos. Grégoire Munster e Louis Louka (Ford Puma Rally1) ficaram 3.1 segundos mais atrás, enquanto Alberto Heller e Luis Allende (Ford Puma Rally1) registaram um atraso adicional de 19.3 segundos.
Por fim, Josh McErlean e Eoin Treacy (Ford Puma Rally1) perderam significativos 57.4 segundos. Explicaram que “numa curva longa e plana para a esquerda, perdemos a traseira e fizemos um pião. Tivemos sorte de conseguir chegar ao fim; agora temos de verificar o carro.”












