É uma questão de difícil resposta, mas para quem gosta de estatística, fique a saber que desde que o rali voltou ao norte, nunca se repetiu o vencedor, nem sequer a marca. Em 2015 o triunfo foi para Jari-Matti Latvala (Volkswagen Polo WRC), no ano seguinte, 2016, Kris Meeke (Citroën DS3 WRC), 2017, Sébastien Ogier (Ford Fiesta RS WRC 2017) e no ano passado, Thierry Neuville (Hyundai i20 WRC). Será a vez de Ott Tanak e do seu Toyota Yaris WRC? Curiosamente, o estónio é um dos grande favoritos a esta prova, não tanto por vir do seu segundo triunfo da época, no Chile, mas essencialmente por ter vindo a mostrar que, quando não tem problemas é o homem a ‘abater’. Mas há aqui uma nuance que achamos importante. O Yaris é um excelente carro, mas que se sente melhor em ralis mais ‘enrolados’, e nesse aspeto o Hyundai i20 WRC é melhor para o tipo de troços do Rali de Portugal, rápidos e encadeados, com poucas zonas verdadeiramente lentas. Por outro lado o Toyota Yaris WRC é muito refinado em termos aerodinâmicos e isso ajuda muito nas ‘tais’ zonas rápidas e encadeadas. Já o Citroën C3 WRC e Ford Fiesta WRC serão um meio termo.











