O Mundial de Ralis regressou aos estádios com a super especial do Rali da Acrópole/Grécia, com cerca de 50.000 pessoas nas bancadas. Para Sébastien Loeb “Depois de cruzarmos a linha de chegada, pude ouvir os aplausos. É impressionante ver tanta gente dentro deste estádio, é uma atmosfera incrível”, disse o francês.
Em termos desportivos, e como sempre, nestes troços nada se ganha, tudo se pode perder, como tantas vezes sucedeu no passado em super especiais, veja-se por exemplo François Delecour, que perdeu a liderança do Rali de Portugal em Lousada 1992.
Desta vez foi Andreas Mikklensen/Torstein Erikson (Skoda Fabia Rally2 evo) que precisa de ganhar no WRC2 e começou o rali com uma roda pendurada depois de bater forte na super especial.
Thierry Neuville/Martijn Wydaeghe (Hyundai i20 N Rally1) venceram o troço na frente de Teemu Suninen/Mikko Markkula (HYundai i20 NRally2), a 0.1s, um Rally2, que num troço destes não tem tanta desvantagem face aos rally1, quando bem guiados.
Seguiram-se Dani Sordo/Candido Carrera (Hyundai i20 N Rally1), a 1.0s, Ott Tänak/Martin Järveoja (Hyundai i20 N Rally1), Sébastien Loeb/Isabelle Galmiche (Ford Puma Rally1), Kalle Rovanperä/Jonne Halttunen (Toyota GR Yaris Rally1), Esapekka Lappi/Janne Ferm (Toyota GR Yaris Rally1) também deram um toque, ainda assim ficaram a 1.8s, os mesmos que Craig Breen/Paul Nagle (Ford Puma Rally1). Pierre Loubet/Vincent Landais (Ford Puma Rally1) já ficaram a 2.7s, Elfyn Evans/Scott Martin (Toyota GR Yaris Rally1) a 2.8s, mas amanhã é que é a ‘sério’. Vamos ver se a Skoda recupera o carro de Mikkelsen, que não completou o troço e será penalizado.









