O WRC viu uma das suas regras alterada entre o fim do Rali da Suécia e este Rali das Croácia. Como muitos se lembram, Ott Tanak tinha acabado de colocar o seu Hyundai i20 N Rally1 no comando do Rali da Suécia até que uma luz vermelha se acendeu, e isso significava que o carro não estava seguro para ser utilizado e a equipa teve que abandonar a prova. Até este Rali da Croácia, um abandono devido a problemas com a unidade híbrida significava o abandono, mas numa nova tecnologia nos carros de ralis como a deste ano, a FIA entendeu que os protestos das equipas tinham razão de ser, e as coisas mudaram.
A luz vermelha continua a significar que a equipa tem de parar, pois sem verificar o que se passa com o carro, mais vale prevenir do que remediar, pois o problema pode ser grave e perigoso para os ocupantes.
O que mudou foi a penalização pois o tempo adicionado devido a um abandono deste tipo passar de 10 minutos por troço para dois. E as equipas querem mexer nesta regra novamente, pois, como era o caso do i20 N Rally1 de Tanak, um reset à bateria teria sido suficiente para continuarem em prova, mas com a malfadada luz vermelha acesa as regras eram claras.
As equipas querem mais porque serem penalizados pela avaria duma peça com a qual nada têm a ver, pois é de fabrico externo. O AutoSport sabe que é possível à Compact Dynamics intervir à distância e fazer reset à bateria, mas as equipas não confirmam essa possibilidade.
são só três equipas, mas mesmo assim é difícil haver consensos, e ainda seria preciso que a FIA aceitasse a ‘sugestão’.










