Ott Tänak mostrou este ano na M-Sport que já não está muito longe de vencer mais vezes e lutar ainda mais ‘acima’ pelo título de pilotos. O estónio é, por isso, outro bom exemplo de um piloto que este ano atingiu o ‘ponto de rebuçado’, leia-se, está pronto para voos maiores. Não sabemos se o vai conseguir na Toyota, se vai ter carro para isso e também se vai conseguir fazer uma boa e rápida adaptação.
É que convém não esquecer que toda a sua carreira foi feita na M-Sport, e uma mudança é sempre uma incógnita. Em 2017 conseguiu duas vitórias, foi o segundo piloto com mais triunfos em PE, 26, foi também o segundo piloto que mais vezes esteve na frente de um rali, 40. Na retina ficou a forma como guiou no último troço, no Monte Carlo, quando tinha o motor prestes a ‘rebentar’.
Deu muitos sinais de maturidade, também cometeu alguns erros, como na Córsega, em que foi apenas 11º e Portugal, quando danificou a suspensão enquanto estava na frente do rali. A sua vez chegou na Sardenha, onde conseguiu a sua primeira vitória no WRC, 70 provas depois. Na Polónia voltou a cometer um erro, capotando. Voltou a redimir-se na Alemanha, com um belo triunfo, e logo no asfalto. Chegou a estar na frente de Neuville já perto do fim do campeonato…










