Jari-Matti, o que achas dos teus ‘rapazes’ este fim-de-semana?
“Eles fizeram um excelente trabalho. O ano passado não fomos tão fortes no Rally do Árctico, mas esperávamos ser competitivos. Temos trabalhado bastante bem e duro, e depressa vimos que eles tinham velocidade e que o carro se estava a portar bem. Mas é preciso pilotá-lo, e o Kalle, o dia que mais me impressionou foi na sexta-feira, porque sei como é ser o primeiro na estrada, e especialmente a segunda passagem quando é mais difícil quando há trajetórias muito estreitas, ele conseguiu manter a cabeça fria, não cometeu nenhum erro e manteve a diferença para o Thierry (Neuville) e depois atacou no sábado, onde basicamente fugiu dos outros.
Foi um desempenho impressionante, mas por outro lado, devo dizer que o Esapekka (Lappi) depois de estar um ano de fora, não é fácil chegar aqui quando se perde a rotina. A velocidade está lá, sabemos isso, mas a rotina desaparece. Os jogadores de futebol ou doutros desportos, praticam todos os dias, para manter a rotina. Considero que ele também fez um trabalho perfeito. E estou também muito feliz pelo Takamoto Katsuta ter ficado em quarto…”
Falta o Elfyn Evans…
“Em primeiro lugar, foi um pouco incorreto ele ter sido penalizado, pois não obteve uma vantagem de tempo, na realidade, perdeu. Sim, ele não seguiu o caminho para o controlo de paragem, isso é correto. Seja como for, os comissários tomaram a decisão. Mas ele estava em posição de lutar com o Thierry e tinha de forçar o andamento, não havia outra maneira. Sei por mim próprio como é quando se sente mais pressão, e também o ‘seu híbrido’ não estava a trabalhar de manhã, por isso não teve o melhor começo de dia e é claro que estava sob pressão e cometeu um erro, bateu de frente no banco de neve, e rebentou com o radiador e o líquido saiu. Conseguiu arranjar o radiador por ser um mecânico muito bom, mas, infelizmente, ultrapassou o limite de tempo…”










