Depois de um ano de transição na direção da equipa a Hyundai Motorsport anunciou a nomeação de Cyril Abiteboul como o seu novo diretor. Depois da sua passagem pela F1, o francês de 45 anos vai estar já com a sua nova equipa no Rallye Monte-Carlo.
Abiteboul assume as rédeas que estavam na mão de Julien Moncet, que tem estado no cargo como diretor interino, passando agora para o papel em que é verdadeiramente ‘letrado’, a tecnologia futura da Hyundai Motorsport. Assumirá também a responsabilidade pelos programas de Customer Racing da empresa.
O francês traz consigo uma vasta experiência ao cargo, tendo já passado 15 anos a trabalhar no desporto motorizado, ocupando uma variedade de cargos dentro da indústria, incluindo o de vice-director-geral na Renault Sport F1 e o de diretor da equipa Caterham F1.
Abiteboul tirou uma licença sabática da indústria para “ter um pouco de distância dos desportos motorizados e automóveis”. No entanto, o desejo de regressar levou-o a iniciar conversações com a Hyundai.
“Na verdade, ainda estava muito forte no meu sangue, o apetite pela emoção dos desportos motorizados. Tínhamos uma ligação mútua com a Hyundai, e eu sabia que eles estavam à procura de um chefe de equipa”, começou por dizer Abiteboul: “não fui particularmente activo, mas estabeleci contacto e foi um bom ajuste entre o que a Hyundai procurava e o que eu também procurava. Havia uma vontade natural de ir mais longe, e foi apenas há algumas semanas atrás que decidimos que isto iria mesmo acontecer”.
Embora esteja entusiasmado com a nova oportunidade, Abiteboul vai também a abordar o papel – o seu primeiro numa equipa de ralis – com humildade. “Estou a aceitar este desafio como todos os desafios por que passei na minha vida: com muita humildade. Mas também com grande entusiasmo e com paixão pelo que pode ser feito e pelo que precisa de ser feito”.
Como se calcula, as expectativas são grandes, e se o ano passado pode ser visto de duas formas, a verdade é que a Hyundai ganhou quatro das últimas seis provas e Abiteboul está confiante nas capacidades dos seus colegas baseados em Alzenau, acrescentando, no entanto: “Esta equipa não precisa de ser construída, já existe e funciona e é capaz de proporcionar bons resultados”.
Para Sean Kim, Presidente da Hyundai Motorsport: “Tenho o prazer de acolher o Cyril Abiteboul na família Hyundai. A experiência de Cyril na Fórmula 1 vai ajudar-nos a explorar novas oportunidades de crescimento e melhorias enquanto procuramos dar uma luta mais intensa pelos títulos no WRC e ainda apoiar as nossas equipas de Customer Racing.











Quanto a mim a contratação genial que a Hyundai fazia era ir buscar o Tommy Makinen à Toyota. Isso sim era uma jogada de mestre.
Este senhor pode ser interessante se realmente existir a intenção da Hyundai dar o salto para a F1, que espero não se concretize com prejuízo para o WRC
Este personagem vem dar razão aquele ditado que diz “tem mais sorte que juízo”, nunca fez nada de jeito, mas arranja sempre “tachos” excelentes, está tudo conjugado para a Hyundai dar um grande passo em frente, em direção ao abismo.
Pouco animadora a posição atribuída aos co-pilotos…
O Director no meio dos pilotos, os co-pilotos lá atrás na segunda linha…
Veremos o resultado de 2023…
Nada a que os co-pilotos não esteja já habituados. Por mais do que uma vez aqui comentei que para a generalidade da Comunicação Social – principalmente a televisiva e rafiofónica – o piloto parece ir sózinho dentro do carro, e eventualmente, acompanhado por um dummie já que raramente o nome do ‘pendura’ que vai ao seu lado é mencionado. Talvez por isso, há uns bons anos atrás e durante uma pausa entre dois troços num rali do campeonato do mundo, um jornalista questionou Nicky Grist sobre qual a importância do desempenho de um co-piloto dentro de uma viatura de ralis… Ler mais »