WRC, Andreas Mikkelsen: “A decisão da Volkswagen foi como um murro na cara”
Andreas Mikkelsen foi uma das ‘vítimas’ do fim do programa da Volkswagen no Campeonato do Mundo de Ralis.
O norueguês ficou ‘desempregado’ vendo-se obrigado a alinhar em Monte Carlo aos comandos de um Skoda Fabia R5.
Agora Mikkelsen fala do que sentiu quando soube que a marca de Volfsburgo não ia alinhar em 2017 depois de já ter feito o desenvolvimento do novo Polo R WRC para os novos regulamentos.
“Não sei o que mais podia ter feito para conseguir um lugar este ano. Estive em segundo no campeonato durante todo o ano e venci o último rali (na Austrália)”, afirma o norueguês.
“Basicamente tudo o que podia correr mal correu mal e a decisão (de sair do WRC) foi outro murro na cara”, considera Andreas Mikkelsen. Um piloto que muitos consideram ser merecedor de um lugar numa equipa oficial.
O norueguês ainda tentou alinhar num dos Volkswagen Polo R WRC 2017 de forma privada, mas a FIA acabou por declinar a homologação do carro, muito porque a maioria dos outros construtores se opôs à ideia.
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Roger M
25 Fevereiro, 2017 at 12:09
Acho que o Mikkelsen pensava que a VW continuaria no WRC 2017, por isso não abordou outras equipas. A Toyota a meu ver devia apostar nele, com o seu terceiro carro…que estava previsto algures no decorrer desta temporada. Ou então tomar medidas mais drásticas e trocar o Mikkelsen pelo Hänninen. Acho que é uma oportunidade única da Toyota ter um Piloto regular, e ainda ir a tempo de meter o Titulo de Construtores no bolso, ainda este ano.
[email protected]
25 Fevereiro, 2017 at 21:28
Algo está errado neste caso! Então com 1 segundo lugar no campeonato anterior, este piloto fica fora da competição do WRC? Sim é verdade!!!, até porque a VW para além de desistir inesperadamente( talvez por poluição interna a mais!!!), conseguiu anular um piloto regular e de grande valor! Por esta invulgaridade, creio que poucos esperavam.
Afinal, passar de bestial a besta não é só para o futebol; a coisa está a alastrar e pelo andamento que apresenta, ainda se candidata a ganhar campeonatos de nulidade…. até ao triplo ZERO
Carlos Moço
25 Fevereiro, 2017 at 23:39
Excelente RogerM. É isso mesmo. Finalmente vejo que alguém escreve aqui o mesmo que eu penso. A equipa ideal penso que seria Latvala, Mikkelsen e Lappi. Contudo, como o Hanninen testou e desenvolveu o carro da Toyota na época passada, acho que ficaria bem á marca dar-lhe o lugar de terceiro piloto, não abandoná-lo. Estou certo que estamos de acordo. Boa?
Roger M
27 Fevereiro, 2017 at 0:03
Concordo consigo…veremos o que faz a Toyota.
G-rod_dj
26 Fevereiro, 2017 at 13:49
Outra opção para ele, é pegar nos patrocínios que já tinha para correr, fazer como o Østberg e ir “alugar um carro ao Malcom Wilson.
O problema é que ele não deve estar disposto a prescindir do ordenado da VW. Se houvesse vontade de correr, ele tinha o WRC2017. Se até o Bertelli tem.
peudreot106rallye
27 Fevereiro, 2017 at 15:16
😀 o Bertelli é dono da Prada, tem dinheiro como esterco!
Kankkunenfan
26 Fevereiro, 2017 at 23:38
Engraçado que ninguem falou da equipa que mais precisa de um 1º piloto! A Citroen. Mikkelsen não ficou “a espera que a VW entrasse em 2017”, ele melhor do que ninguem sabia o final da história da VW. Tal como sabia a probabilidade de as outras equipas chumbarem a entrada dos VW, Nasser previu isso mesmo antes de rumar ao Dakar. O problema é que Mikkelsen já não é o puto que víamos quando tinha 18 anos com o Focus a andar bem. Sabe o valor que tem, seus resultados falam por si e pagar para correr está fora de questão. Toyota poderá precisar mas tem no WRC2 o que poderemos falar os futuros pilotos, já a Citroen vai para o México pôr Lefebvre em teste e mesmo se Breen é um excelente piloto, Meeke está longe de ser um 1º piloto em qualquer equipa que seja actualmente. Anda bem? Anda muito e Neuville ainda melhor. O problema é que ambos estão a zero e os construtores não querem saber se andas bem em 2 ralis e sais de estrada nos próximos 3. Querem é olhar para a tabela e ver o que ajudas nos construtores e aí, na minha opinião, Breen e Mikkelsen seriam o ideal para as pretensões da Citroen. Um ano sabático onde nas 7 presenças Europeias Meeke em 2016 só pontuou por 3 vezes e Breen só NÃO pontuou em uma! Estamos a caminho do 3º rali, pelo que ver Mikkelsen este ano num carro de 2017 é mais do que possível.