O CEO do Rali Safari desvalorizou preocupações com a segurança, que têm sido referidas relativamente à prova que este ano regressa ao WRC.
Phineas Kimathi, Director Executivo do Safari Rally, alega que a preocupação com as ameaças terroristas de extremistas ligados ao Al Shabaab, um grupo militante na fronteira com a Somália que se opõe ao governo somali, não fazem sentido tendo em conta a zona em que estes elementos operam.Sendo verdade que o Al Shabaab fez ameaças públicas contra o Quénia, devido à sua intervenção militar na Somália, ao ameaçarem atacar turistas no Quénia, Kimathi diz que a estrada que liga Nairobi a Naivasha, onde está sediado o parque de assistência, será fortemente vigiado.
A zona fica a cerca de 320 Km da fronteira da Somália e a norte de Nairobi, pelo que a probabilidade de ataques é pequena: “A segurança é nossa responsabilidade, e o que podemos dizer é que estarão seguros. O Quénia é um país seguro com bolsas de insegurança ao redor da fronteira com a Somália, toda a gente sabe disso. A segurança para nós é primordial. Não há país que se candidate a realizar um evento destes sem cuidar da segurança na perfeição”, disse Kimathi ao Dirtfish.










