Rali do México com reduzida lista de inscritos
Terceira ronda do WRC, o Rali do México (3 a 6 de março) será uma prova, à partida, que irá contar com um reduzido leque de inscritos. Até ao momento, 30 equipas, das quais 22 inscritas no campeoanto de WRC. Deste leque esperam-se 12 carros de WRC, incluindo alguns não inscritos no campeonato – Valeriy Gorban (Mini) e Benito Guerra (Fiesta). Presentes estarão 10 WRC2 e apenas Michel Fabre no WRC3. À parte de sete pilotos mexicanos, daquele lado do hemisfério estará o peruano Nicolas Fuchs e o colombiano Julian Jaramillo.
Hayden Paddon vai alinhar na segunda equipa da Hyundai, com Thierry Neuville e Dani Sordo inscritos na equipa principal. Depois do Dakar, Martin Prokop volta à competição para fazer a sua primeira aparição do ano no WRC. Já Teemu Suninen irá alinhar pela primeira vez no WRC2. Também presente na prova Nasser Al-Attiyah irá apresentar-se ao volante do seu Skoda Fabia R5.
Texto: Martin Holmes/André Duarte
Foto: @world/André Lavadinho
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ZOA
16 Fevereiro, 2016 at 17:48
Esta modalidade é aborrecida com uma perca de adeptos assombrosa já há muitos anos que deveria ter deixado de se chamar WRC.
Isto não passa de um campeonato desinteressante pouco competitivo, quase sem construtores com carros clone de baixa gama com regras e etapas confusas com poucos kms.
Em Portugal pode ter umas etapas no Norte mas a verdade o puro Rally de Potugal tinha etapas no norte e centro de Portugal e claro, além de uma boa cobertura pela comunicação social em sinal aberto, tinha vários construtores com protótipos sérios com sons únicos (2000/2001) agora como este desporto está ninguém segue isto com entusiasmo ou sequer falar dele…
João Pedro
16 Fevereiro, 2016 at 18:21
E acordar não? Muito provávelmente isto deve-se aos custos para as equipas deslocarem-se á América Central…
Rally de Portugal o ano passado? Só uma das melhores lista de inscritos de todos os tempos(nacional)…
Antes de criticar pense um pouco para a próxima
ZOA
18 Fevereiro, 2016 at 14:52
Você primeiro aprenda a respeitar a opinião dos outros antes de ser ordinário para descrever a sua azia, talvez numa próxima tenha um pouco mais de sorte.
Pedro Trindade
16 Fevereiro, 2016 at 22:54
E em 2016 teremos 6 construtores: +2 que a f1!!! E +3 que o wec em lmp1! Falta de construtores é relativo!
Rui Oliveira
18 Fevereiro, 2016 at 14:48
Relativamente a 2016 já estamos na corrente época, por isso diga onde agora, estão esses 6 fartos construtores de 2016!?
Lima75
17 Fevereiro, 2016 at 9:26
Caro ZOA,
É a sua opinião, no entanto não vejo hoje outra modalidade que continue a despertar o interesse de tantos adeptos em todo o Mundo à exceção do Futebol, o WRC, continua tão espetacular como no tempo do antigamente, com uma exceção, hoje podemos acompanhar em direto e em qualquer lugar uma prova do wrc, o que antigamente como sabe isso era impossivel.
Cpts
ZOA
17 Fevereiro, 2016 at 18:21
Amigo Lima75
Compreendo a sua opinião concordo plenamente que continue a despertar interesse de muitos adeptos mas não nunca ao nível de antigamente isso nem de perto até porque cada carro era bem diferente e a sonorização também ela diferente, felizmente tive oportunidade de ver estas 2 ultimas edições tem bom ambiente humano, mas nada que chegue por exemplo ao de 2000 isso lhe garanto e pergunte quem tenha visto ao vivo e não num sofá e terá uma resposta imediata.
Quanto acompanhar a prova sem ser por canais pagos ou por por outros que não estão ao alcance de todos sabe que isso não é comparável e antes sabe bem que a SIC transmitia em direto em canal aberto.
Cump.
Panão
17 Fevereiro, 2016 at 12:51
Fácilmente se percebe que não acompanha a modalidade há muitos anos, se calhar desde que a RTP deixou de transmitir o WRC !!!
Depois em 2000 e 2001 os carros eram tão prótoipos como o são hoje, ou menos se calhar…possivelmente queria referir-se aos antigos Grupo B, mas esses já foi ha mais de 20 anos caro amigo !!
Quanto a localização do rally e de o mesmo não vir a região centro, prende-se com normas da FIA que não permite que pilotos e máquinas percorram mais que um determinado número de Km´s desde o centro nevrálgico dos rallys, com isto quero dizer que no caso do rally de Portugal e com o Centro das Operações na Exponor, não era possível vir até Sever do Vouga, Mortágua entre outros, já para não falar em casos onde as estradas de terra já são de asfalto, caso por exemplo de alguns traçados de Arganil !!
Quanto a perder adeptos é pena que não tenha mesmo oportunidade de ver rallys tanto ao vivo como na televisão.
Abraço
ZOA
17 Fevereiro, 2016 at 18:28
Voçe supõe demasiado se calhar é porque não entendeu o quis dizer!!!
Mas em algum caso digo que os carros de agora não são prototipos????
Grupo B caro amigo nem falei deles porque continua a supor e acrescentar algo que nunca disse?
Compreendo que os mesmos troços não sejam compativeis mas em alguma altura referi os mesmos.
È pena supor que não vejo ao vivo o wrc mais uma vez erra pois fui ver estes 2 ultimos e não no sofá e se voçe visse em 2000 a quantidade de pessoas para ir ver concordaria comigo mas sempre pode questionar quem lá esteve antes e depois para falar.
È a minha opinião e nada mais.
Abraço
Kankkunenfan
16 Fevereiro, 2016 at 23:07
Isto é com cada noticia!! México “irá contar com um reduzido leque de inscritos”. Mas quando é que o México teve grandes listas de inscritos? Meia década para cá nunca passou dos 35 e se antes eram mais alguns, devia-se claramente ao PWRC e ao facto de fazer sentido aos locais fazer inscrição com carros de Produção, para além de troféus que existiam no campeonato local. Mas como se sabe, a categoria máxima do campeonato local não pode integrar o WRC, pelo que só equipas que corram com carros que se insiram nos (cada vez mais distantes) leques de categorias dos campeonatos sul americanos que possam militar no WRC o fazem. Para além de que mesmo se sempre foi um rali preterido pelos custos para algumas equipas Europeias, muitos aproveitavam rodar neste rali quando a Acrópole estava no calendário, pois o México é o melhor teste para a Acrópole e a Nova Zelândia e mais, pois também pela altitude a que chega ajuda na preparação para a Argentina. Basta olhar para o numero de inscritos de equipas Europeias no WRC2 e WRC3. Mesmo na Argentina, em 2014 teve 30 inscritos e em 2015 60. Basta ver o que (ou quem) fez essa diferença.
José Alves
16 Fevereiro, 2016 at 23:08
De facto, os comentários são interessantes, mas com pontos de vista diferentes, no entanto devemos de acompanhar o que existe, quer seja com uma opinião ou outra, ou até com as duas. Porquê? É o que temos. Não adianta querer competições das quais todos temos saudades, nem ralys ou forma de campeonatos, dos quais ainda temos mais saudades.
As competições e as máquinas, dependem de pessoas. Todos vão mudando conforme a sua EVOlução tecnológica, em função das necessidades dos mercados e das próprias marcas fabricantes na generalidade.
O que tivemos; tivemos. Quanto á quantidade, a mesma e em regra geral, não é por si só sinónimo de qualidade, mas ela existe e está presente. Só perde por serem poucos assim. Uns quantos mais no topo e a coisa era totalmente diferente, caso contrário será um pouco mais do mesmo… a ver vamos!