O Rally de Portugal regressa de 7 a 10 de maio com 23 especiais no Centro e Norte, a prova do WRC tem um percurso de 1.862 km e 345 km cronometrados, é a sexta ronda do Campeonato do Mundo de Ralis (WRC). A edição de 2026 foi apresentada na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), com os responsáveis do setor do turismo a sublinharem o papel do rali como ativo de promoção territorial e captação de visitantes.
Turismo de Portugal e regiões
Carlos Abade: “evento bandeira” e promoção internacional
O presidente do Turismo de Portugal, Carlos Abade, classificou o Vodafone Rally de Portugal como um dos “eventos bandeira” do turismo nacional, defendendo que a prova “não apenas atrai muitos visitantes a zonas de menor densidade, como leva essas mesmas zonas a mais de uma centena de países por todo o mundo”.
Rui Ventura: coesão territorial e economia local
O presidente do Turismo Centro de Portugal, Rui Ventura, apontou o rali como exemplo de “verdadeira coesão territorial”, por colocar territórios de baixa densidade “no centro do mundo automobilístico” e atrair visitantes para zonas onde o turismo tem peso na economia. No mesmo contexto, Rui Ventura salientou ainda que o evento “não é só desporto” e funciona como instrumento de política territorial, gerando rendimento local em setores como hotelaria, restauração, comércio e serviços.
Luís Pedro Martins: descentralização de eventos e novos visitantes
O presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal, Luís Pedro Martins, destacou a importância de um evento “descentralizado” no território, defendendo que o rali leva ao Centro e Norte visitantes que, muitas vezes, conheceriam apenas outras zonas do país.











