Mads Østberg (Citroën C3 Rally2) iniciou na Croácia a sua defesa do título com um triunfo, ao bater Teemu Suninen (Ford Fiesta Rally2) por 28.5s.
O norueguês depressa abriu uma pequena margem para Nikolay Gryazin (Volkswagen Polo GTI R5) no primeiro dia, com a liderança a mudar de mãos várias vezes, no segundo, até que Østberg se afastou do russo, que teve problemas com a direção assistida do Volkswagen Polo GTI R5.
Contudo, a prova de Gryazin foi de mal a pior já que o russo capotou na segunda especial do último dia de prova, isto quando a margem entre ambos já era grande e o russo já tinha caído para terceiro, atrás de Teemu Suninen.
Nessa altura, Østberg estava há muito em modo de gestão, já que depois de ter terminado o segundo dia de prova 53.6s na frente de Suninen, não fazia qualquer sentido andar depressa. Daí o finlandês ter recuperado para menos de 30 segundos de margem. De qualquer forma, o C3 de Ostberg teve alguns problemas de travões, o que fez o norueguês ser mais cauteloso: “Nem acredito ter chegado ao fim. Muitas vezes quis, e tive dificuldades em travar o carro. Tive que ser cuidadoso. Mas ganhámos o primeiro rali do ano, e isso é que interessa.
Teemu Suninen, que nesta prova foi ‘despromovido’ ao WRC2, teve um rali complicado. Logo no primeiro dia perdeu meio minuto preso numa vala. Foi a mais de 50 segundos, recuperou, venceu três troços, mas pouco podia fazer mais depois do tempo perdido. Dentro de três semanas, volta para junto dos ‘big boys’ no Rali de Portugal. Marco Bulacia foi terceiro a mais de dois minutos do vencedor, depois duma prova regular. Já sabe que não tem andamento para mais, mas também não inventa. Enrico Brazzoli ficou a 27m10s do vencedor e ainda assim na frente de
Andreas Mikkelsen, que teve um fim-de-semana para esquecer depois de perder um roda logo no primeiro dia, um braço de controlo traseiro ter partido no seu Skoda durante o dia de abertura. Curiosamente, manteve a liderança do campeonato.












