Como se sabe a estrutura dos ralis do WRC é quase estanque, com muito poucas exceções mas a FIA poderá fazer mudanças e autorizar ralis com estruturas muito diferentes uns dos outros…
A FIA tem em cima da mesa um conjunto de propostas para fazer alterações no WRC, que serão introduzidas a partir da próxima temporada. Há muito que os ralis não têm mexidas e nos últimos tempos tem havido pressão dos pilotos e das equipas quanto à duração das provas, e a FIA e o Promotor parecem estar abertas a que os ralis do WRC não tenham que ser todos iguais – estanques – em termos de estrutura, mas sim variar caso a caso.
Simon Larkin, diretor de eventos do Promotor do WRC admite os ralis são excecionalmente longos, e com isso ocupam muito tempo dos espetadores para ser acompanhados, e se há casos em que isso pode manter-se, nem que seja pela tradição das provas, noutro não fará grande diferença serem mais pequenos.
Larkin diz que “na Europa, o rali de Monte Carlo é uma prova extensa porque faz e sempre fez parte da imagem da competição, mas será que as provas da Croácia e Letónia têm que ser assim? Talvez não, pois não têm a mesma imagem de marca icónica do Monte Carlo ou do Rali Safari. Se a temporada for pensada como um livro, cada um dos 14 capítulos deverá ser diferente para que possamos contar a nossa história. Podemos criar algo realmente especial”, disse Larkin assumindo que as assistências remotas devem regressar em peso, de modo a que as equipas tenham muito menos ligações para fazer e dessa forma as segundas passagens começam mais cedo o que fará, inevitavelmente que os dias de rali terminem mais cedo. A FIA tomará uma decisão final sobre futuras mudanças este mês. Algumas das mudanças devem entrar em vigor no próximo ano, mas as principais alterações só em 2025.










