Oliver Solberg (Toyota GR Yaris Rally2) venceu o Rali de Portugal no WRC2 de forma inequívoca, após uma prestação quase perfeita – apenas com um pião na sexta-feira. Nesse dia, Solberg construiu uma vantagem de 53,5s sobre Gus Greensmith (Skoda Fabia RS Rally2), gerindo a margem confortavelmente e controlando a prova do início ao fim.
Yohan Rossel (Citroën C3 Rally2) e Gus Greensmith (Skoda Fabia RS Rally2) protagonizaram uma batalha intensa, com o francês a superar o britânico no último dia.
Com vitórias em Monte Carlo e Espanha, e agora o segundo lugar em Portugal, Rossel está a realizar um bom campeonato. No entanto, Oliver Solberg, com os triunfos na Suécia e em Portugal, demonstra que a luta pelo campeonato será renhida. Gus Greensmith, com a vitória no Quénia e o pódio em Portugal, acrescenta interesse à competição.
Na sexta-feira, Oliver Solberg destacou-se com o seu novo Toyota GR Yaris Rally2, vencendo nove das 10 especiais e garantindo uma vantagem de 53,5 segundos. Apesar de um erro na SS6, onde perdeu tempo com um pião e dificuldades em engatar a marcha-atrás, o sueco reagiu com cinco vitórias consecutivas e terminou o dia com uma margem considerável.
Gus Greensmith e Yohan Rossel envolveram-se numa luta acirrada pelo segundo lugar, com o britânico a terminar ligeiramente à frente. Robert Virves capotou na SS10 e Roope Korhonen evidenciou-se como o melhor do segundo pelotão, seguido de perto por Jan Solans e Alejandro Cachón.
No sábado, com a liderança controlada, Solberg adotou uma estratégia de gestão de risco, mantendo-se estável no topo com 50,1s de vantagem.
A emoção concentrou-se na disputa pelo 2.º lugar, com Rossel e Greensmith a trocarem melhores tempos ao longo do dia. O britânico terminou o sábado com 5,5s de vantagem.
Korhonen solidificou o 4.º posto, enquanto Solans recuperou de um erro estratégico para subir ao 5.º lugar.
No fundo do top 10, realce para a estreia sólida de Pierre-Louis Loubet no WRC2 este ano e para a recuperação de Marco Bulacia, após problemas de Kajetanowicz.
Hoje, em Felgueiras, Rossel passou para a frente de Greensmith, ficando com 2,1s de avanço, aumentando essa vantagem nos troços seguintes.











Parabéns!
Gostei de ouvir ele dizer que tem saudades do pai que não esteve presente (p’la primeira vez…) agora em Portugal.