Thierry Neuville passa de eterno vice-campeão ao triunfo mundial: a jornada do primeiro campeão belga de ralis. Thierry Neuville venceu finalmente o título de pilotos do Mundial de Ralis, a primeira vez que a Bélgica o consegue, um título merecido não só pelo que fez durante este ano, como pelo facto de há cerca de uma década lutar para tentar ser campeão, o que só agora conseguiu frutoi de muita persistência.
O seu começo foi como o de tantos outros, começou a dar nas vistas no IRC, Intercontinental Rally Challenge dando-se depois a sua transição para o Mundial de Ralis, primeiro com a Citroën depois com a M-Sport/Ford, mais tarde com a Hyundai onde já está há uma década.
Passou por altos e baixos, como em 2017 e a difícil temporada de 2022, conseguindo agora levar a água ao seu moinho, entrando para a história do Mundial de Ralis, ao invés que aí ficar como eterno segundo.











O Raimond Poulidor foi eterno segundo na volta à França, e será eternamente lembrado como um grande ciclista. O Toivonen nunca foi campeão do mundo, e é uma memória eterna de quem gosta de rallys. Os títulos contam. Mas a classe conta mais. Para mim, claro.