Matteo Fontana, ao volante do seu Ford Fiesta Rally3, voltou a surpreender, tal como já havia feito na PEC 14. Desta vez, arrebatou a vitória no troço, superando Yohan Rossel por uns escassos 1.1 segundos. Rossel, que por sua vez tinha deixado Elfyn Evans para trás com uma diferença notável de 9.2 segundos, esteve perto de inscrever o seu nome na história da Lancia. A equipa oficial da marca italiana não saboreava o triunfo num troço do WRC desde o longínquo RAC de 1992, quando Juha Kankkunen, ao volante do seu Lancia Delta HF Integrale, dominou a 27.ª especial do Rali da Grã-Bretanha.
No Rali de Monte Carlo, Yohan Rossel esteve a um passo de proporcionar à Lancia o regresso triunfal ao Mundial de Ralis (WRC), com uma vitória numa classificativa. O piloto do WRC2 assinou um tempo impressionante, superando Elfyn Evans por 9.2 segundos, entre os melhores carros das categorias Rally1 e Rally2.
No entanto, Matteo Fontana, a bordo do seu Ford Fiesta Rally3 – um carro da terceira categoria da Pirâmide de Ralis da FIA – frustrou as aspirações da Lancia ao vencer não só no Col de Braus (PEC14), mas também no Turini (PEC15).
A explicação encontra-se em dois fatores-chave: a ordem na estrada e os dotes de pilotagem de Matteo Fontana, que aos 22 anos é um piloto muito prometedor. Com o passar do tempo e dos carros o gelo começa a partir, cria ‘sopa’ mas depois vai criando linhas e a chegar ao asfalto e isso faz toda a diferença. Foi isso que levou Rossel a bater Evans por 9.2s e agora Matteo Fontana a vencer o troço.
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