Hélder Miranda gosta genuinamente do Rali de Portugal, desde 2017 que participa, ainda que nem sempre as coisas lhe tenham corrido a contente. Até já chegou a nem passar das verificações, mas numa prova que tanto gosta, não tem tido muita sorte. Este ano, novo exemplo. Logo em 2017 foi oitavo entre os portugueses, em 2018 não tinha o carro conforme, em 2019 foi 33º da geral, último na classificação final, mas chegou ao fim, em 2021 foi 4º dos portugueses, atrás de… André Villas Boas.
Em 2022 foi sexto dos portugueses, em 2023, quinto, e o ano passado, 2024, terceiro.
Este ano, depois de no primeiro dia de prova ter ‘saltado’ um disco de travão logo na Figueira da Foz, nem deu para aquecer: “A equipa lamenta anunciar a sua saída do Rali de Portugal devido a um erro de comunicação e informações incorretas dos comissários, que resultaram na não colocação do carro no parque fechado. Apesar dos esforços para reverter a decisão, a organização não permitiu a continuação da equipa na prova. A equipa expressa a sua tristeza e agradece o apoio dos patrocinadores, familiares, amigos e adeptos, prometendo regressar”, escreveu o piloto nas suas redes sociais.












