A 52ª Edição do Vodafone Rally de Portugal foi um grande evento. Uma vez mais. É certo que a luta pleo triunfo, em determinada altura praticamente deixou de existir, e os eventos ‘mdem’-se’ muito por essa luta, a verdade é que este foi um evento que deixou público, organizador, FIA e Promotor imensamente felizes.
Se estivéssemos em Hollywood e fosse escrito um argumento ‘vencedor’, não seria muito diferente, talvez se acrescentasse essa questão da luta se protelar até à PowerStage de Fafe.
Mas foi muito bom, senão veja-se. Foi igualado o recorde de 11 vencedores diferentes de troços, isto quando os WRC’17 são apenas 13. Só dois pilotos não venceram troços. Ott Tanak e Hayden Paddon bateram quando lideravam a prova, o que acrescenta sempre sensação à prova.
Houve mudança de líder em todas as sete primeiras especiais do rali, o líder do campeonato somou zero pontos, mas ainda assim a sua equipa, a M-Sport, colocou dois carros no pódio.
Foi a primeira vitória de Thierry Neuville e da Hyundai no Rali de Portugal, um evento que, desde que rumou ao Norte, nunca repetiu um vencedor (Latvala, 2015, Meeke, 2016, Ogier, 2017 e agora Neuville).
O primeiro dia foi quase calamitoso para a Toyota, com os abandonos de Tanak e Latvala, que Esapekka Lappi mitigou com o seu resultado final. Na Citroën, outra má prova, mas os ‘deuses’ estiveram com Kris Meeke e Paul Nagle, aquando do seu acidente, basta ver o estado em que ficou o carro.
Se todas as provas do WRC devolvessem ‘ação’ como o Rali de Portugal, o promotor não precisava de inventar mais nada…






















































