O Rali da Argentina foi tão problemático do ponto de vista organizativo, que nem mesmo depois de anulados sete troços, as dificuldadea não ficaram por ali.
É que regulamentarmente, se os pilotos não cumprissem pelo menos dois terços da quilometragem em troços, então os seus pontos seriam reduzidos para metade. Ora, com 122 quilómetros de classificativas “abortados”, os 219 km restantes, associados aos 4,8 disputados nas duas super especiais, não chegavam para cumprir os 230 km mínimos para que os pilotos podem averbar a totalidade dos pontos.
Assim, numa “ginástica” de último recurso, a Organização reestruturou a terceira etapa e fez disputar segundas passagens pelos troços de Mina Clavero-Giulio César (com 23, 18 km) e El-Condor-Copina (com 16,82 km), apenas para contornar a “regra dos dois terços”.
Pilotos do PWRC poderiam ser prejudicados
E ainda bem que o fez pois, mais do que as equipas da frente, os pilotos do Mundial de Produção seriam fortemente prejudicados uma vez que nem todos os pilotos deste campeonato estavam inscritos na prova, de onde, mais tarde ou mais cedo, acabariam por beneficiar da situação. E Armindo Araújo seria um deles!
Veja como ficaram os quadros de pontuação, com o nosso representante no PWRC, mesmo com a ausência em duas provas, continua bem classificado, na nona posição:











