A pergunta é pertinente quando, terminado o Campeonato do Mundo de Ralis, se percebe que a equipa Jipocar Czech National Team de Martin Prokop bateu, no Mundial de Marcas, as formações da Abu Dhabi Citroën Total WRT e da Volkswagen Motorsport II. Trata-se das equipas B da Citroën e da Volkswagen que, indiscutivelmente, tinham mais meios e quase sempre melhores pilotos (pela equipa da Citroën passaram Dani Sordo, Kahlid Al Qassimi, Chris Atkinson, Kris Meeke e Robert Kubica e pela Volkswagen Andreas Mikkelsen).
No caso da equipa Citroën, e talvez à exceção de Al Qassimi, todos os restantes pilotos que passaram pela formação francesa foram sistematicamente mais rápidos que Prokop mas, por uma ou por outra razão, raramente somaram mais pontos que o checo no final das provas.
Já no caso da segunda equipa da Volkswagen, o piloto foi sempre Mikkelsen que, das oito vezes que entrou em confronto direto com Prokop, ganhou por cinco vezes no duelo dos pontos e perdeu três. O problema foi que Mikkelsen não participou nos três primeiros ralis do ano e, só aí, o checo ganhou-lhe 14 pontos, o suficiente para, no final da temporada, a equipa Jipocar Czech National Team bater a Volkswagen Motorsport II.
Afinal quanto vale a regularidade? Vale mais do que a rapidez?











