De acordo com o piloto francês, esta mudança pode ser vital para a sobrevivência do desporto, em especial numa época de crise como a que se vive actualmente. Para ajudar ao renovado ponto de vista de Loeb, também deverão ajudar as recentes desistências da Subaru e da Suzuki do Mundial.
Faz, no entanto, questão de reforçar a ideia de que os futuros Super 2000 não serão iguais aos actuais, “serão diferentes”.
“Não gosto dos Super 2000 normais mas há uma grande diferença entre os Super 2000 que vemos actualmente e aqueles que teremos”, disse Loeb ao Autosport.com.
“Neste momento, os Super 2000 não têm binário e, como tal, não é muito bom de ver em ganchos, são muito lentos”, observou. “Mas teremos turbos pelo que terão muitos mais cavalos que estes S2000 – são quase 100 cavalos de diferença, o que é imenso”, continuou, admitindo que pode vir a ser interessante para os espectadores.
“Se vai reduzir os custos e ajudar os construtores a entrarem na competição, com mais pilotos, pode ser uma coisa boa”, considerou Loeb, que havia sido muito crítico em relação aos S2000, chegando mesmo a ameaçar abandonar a competição caso a nova regulamentação fosse aprovada.










