Uma das notas curiosas do passado Rally da Letónia foi a forma como, cada vez mais perto do final da sua carreira desportiva, as viaturas S2000 lideraram sem apelo nem agravo a classificação.
Para esta situação muito contribuiu a desistência prematura do Citroën DS3 RRC tripulado por Bryan Bouffier pois a viatura confiada ao francês pela PH Sport já mostrou conseguir liderar nos mais variados pisos e condições climatéricas.
As condições em que a prova letã foi disputada permitiam o equilíbrio e acabaram mesmo por premiar quem dispunha dos modelos mais antigos. Para tal concorreram a aderência limitada, que não permitia a exploração das potências máximas, bem como a pouca exigência de binário às baixas rotações pois rodou-se sempre a velocidades médias muito altas, sempre acima dos 100 km/h, e num ambiente em que as recuperações são um aspeto pouco sensível ou determinante, o que teria favorecido os R5 com motor sobrealimentado.








