Com as nuvens a guardarem a chuva prometida para o que resta do rali, amanhã de manhã (mais 2 troços com duas passagens), Moura e Lopes dividem as vitórias em classificativas, mas enquanto o primeiro tenta não perder… o campeonato, o segundo tenta não perder… o rali.
“O que queremos é ter, no final do dia de hoje, margem para o quinto classificado! Isto porque um quarto lugar é-nos suficiente para sermos campeões e é sobre isso que pensamos quando arrancamos para cada troço. Ainda assim, temos andado a sério porque um momento de desatenção pode deitar tudo a perder e como não vou ao Algarve tenho mesmo que aproveitar esta oportunidade”, confessou o actual líder do Rali de Mortágua.
“Penso que é possível andarmos um pouco mais se conseguirmos resolver alguma falta de tracção com o Subaru. Os troços estão um pouco sujos em algumas zonas e o carro não me transmite as melhores indicações. Ainda assim, os nossos tempos são muito próximos e, por isso, acredito que ainda podemos chegar à liderança da prova”, explicou Vítor Lopes, vencedor em Fafe.
A fechar o pódio, Peres foi vítima de um furo no primeiro troço do dia, penalizando-o no cronómetro, apesar do piloto do Porto ter vindo a recuperar com o passar dos quilómetros, mas estando já a 24,6s do líder, quando ainda falta a superespecial desta noite.
Com Pedro Meireles (Mitsubishi Lancer Evo X) – que não evitou uma espectacular atravessadela no segundo troço… para gáudio do público presente – a cotar-se como quarto mais rápido, Ivo Nogueira (Citroën DS3 R3T) lidera as contas no 2L/2RM (é sexto à geral), mas tem João Silva (Renault Clio) e Paulo Antunes (Opel Corsa S1600) “à perna”, justamente os líder e vice-líder da categoria.
Destaque, finalmente, para o acidente protagonizado por Armando Oliveira no troço inaugural (Mortágua 1), que deixou o pequeno Citroën C2… ainda mais pequeno, mazelas que não se alargaram à dupla de piloto/navegador.
Filipe Loureiro em Mortágua.









