Os principais portugueses já terminaram a primeira parte do Vodafone Rally de Portugal a contar para o Campeonato Nacional de Ralis, preparando-se agora para enfrentar o derradeiro desafio ou seja, a última passagem pelo troço de Silves, Ourique e Almodôvar.
Aqui fica, na primeira pessoa, o balanço dos principais protagonistas de etapa:
Rui Madeira (1º)
“Correu tudo bem e estamos a gostar do comportamento do carro. De manhã, fomos com pneus macios que ainda não tínhamos experimentado e foi a melhor opção. Sinto-me cada vez com mais ritmo e não estava à espera de terminar a primeira parte do rali do CNR à frente. Vamos tentar melhorar os tempos de tarde e forçar se for preciso para tentarmos chegar à vitória”.
Pedro Meireles (2º)
“Foi tudo normal. Sinceramente, estou mais preocupado com a pressão do Ricardo Moura do que com o facto do Rui Madeira estar à frente pois não fazendo ele o resto do campeonato, não é preocupante”.
Ricardo Moura (3º)
“Não entrámos com a velocidade que gostaríamos pois conseguimos o acerto de carro que nos desse confiança. O carro estava difícil de inserir em curva”.
Ricardo Teodósio (4º)
“Estamos a arriscar um pouco mas a ter o máximo de cautelas com a caixa para não partir. A posição é boa e vamos tentar manter para a parte de tarde”.
Adruzilo Lopes (5º)
“Não estamos a forçar. Não tivemos percalços e podemos, de facto, andar mais depressa mas o rali ainda é longo e é importante gerir o andamento e poupar o carro nesta fase”.
Diogo Salvi (6º)
“Estou a ganhar experiência e é muito importante fazer o máximo de quilómetros difíceis. Não tivemos percalços mas temos que evoluir as notas”.
João Barros (7º)
“Tivemos um furo e isso estragou-nos o rali. Mas, de qualquer modo, não estava à espera de ter tantas dificuldades com os troços. Agora vai ser díficil recuperar”.









