“Ocorre-me que Cuzco, por ser uma zona turística, seria uma boa hipótese. Tem boas estradas e uma boa capacidade hoteleira. Logicamente há que respeitar o caderno de encargos da FIA, que é muito estrito a este nível.”, referiu Dibós, que tem consciência que a sua integração no Dakar abrirá ao Peru muitas portas para futuras competições: “Depois do Dakar há que aproveitar e mostrar o que somos capazes. Estou plenamente convicto que esta corrida marcará o antes e o depois do Peru nos desportos motorizados”, concluiu.











