Seis vitórias em dez possíveis, sendo quatro em asfalto e duas em terra deram no final desta temporada do Open de Ralis o titulo a Pedro Peres. Se no asfalto nas provas em que alinhou venceu, em pisos de terra as coisas já não foram assim, pois alguns contratempos, diga-se duas desistências, ditaram inclusive a perda do comando da classificação geral, bem como a quase obrigação de vencer as duas últimas provas como veio a suceder:
“Penso que foi um título conquistado com garra, determinação e muito vontade de vencer. Depois, assinalo também um excelente trabalho da Peres Competições, bem como do meu navegador Tiago Ferreira, num ano muito complicado para toda a equipa, pois tivemos muitos carros a correr”, diz com o sorriso estampado o novo campeão nacional, sublinhando ainda:
“Sabia que tinha que vencer estas duas últimas provas, mas se não fossem as desistências acho que podia ter arrumado as coisas mais cedo”. Agora há que pensar no futuro que pode passar: “Pelo campeonato nacional, mas tudo depende se conseguimos ou não concretizar o projecto. Vamos analisar tudo, vendo os apoios que podemos arranjar e, depois vamos decidir.”
“Naturalmente que gostava muito de subir de escalão, mas se tiver que repetir o Open, não há problema nenhum, pois estou a fazer o que gosto. Para além disso, este carro é um espectáculo que guiar, dá muito gozo e provou que, apesar da sua idade ainda é muito competitivo. Agora que venham mais carros para a luta ainda ser maior”. A terminar, o novo campeão nacional não se esqueceu ainda de agradecer: “Ao meu pai, primo e aos patrocinadores que acreditaram neste projecto, bem como a toda a equipa. Não posso ainda esquecer o Paulo “Citroen” Correia a quem dedico esta vitória também”.










